DIREITA, CENTRO E ESQUERDA: ANTIGAS E NOVAS FORÇAS POLÍTICAS APÓS A DERROTA DA EXTREMA-DIREITA NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL.

 O Calvinismo e as Ideologias Autocráticas e Autoritárias

Introdução

No ponto 1. desse trabalho apresenta-se a questão abaixo que vinha a tempos nos intrigando que não pode se desligar de outras questões que se levantaram antes nesse blog.

Uma das quais é de suma importância, assim se crê, e ainda, ao que parece, continua momentosa. Trata-se da comprendida na proposta de trabalhar o "calvinismo defraudado" embutido na matéria "liberdade de consciência". Convidou-se, então o ilustre transeunte, que ora se faz presente, a viajar conosco no universo da questão discisplinar da igreja que envolve posturas deesafiadoras com expressões insinuanntes e provocativas que levam à reação por vezes intimidadora, retaliativa, à tentativa de condução do discurso para a zona de conflito, além da de conforto adotada pelos igualmente ilustres componentes do topo em que se situa a "carne seca" estocada em qualquer instituição que se queira enfocar.

Os "por cima" hoje tentam conduzir um rebanho (os "por debaixo", gado, por assim dizer) que em grande maioria ritma os seus "cascos" (por assim dizer, figuradamente) pelo compasso indicado pelo sonido que parece não se contentar as possiveis "defecções" e justificam doutrinariamente o arrebanhamento (não arrebatamento, ainda, apesar de este ser uma consequência daquele) dos "santos", em sua maioria ou na totalidade para um determinado rumo "conservador cristão".

Em sociologia aprende-se que todo o grupo social exerce determinados controles, normalmente impostos pelos de cima para biaxo pelos lideres, prepostos ou participantes mais afinados com o padrão aceito pelo grupo. Implica se questinar a adequabilidade e abranngência desses padrões a todos os especttros que envolve a decisão pessoal. Livre é o que decide por si todos os problemas levantados desde os que melhor condução devem ser submtidos ao escrutinio do grupo. Há decisões pessoais, porém, que devem ser reservadas ao escrutínio pessoal intimo.

Nesse contexto tem-se a série de postagem que trata de:

IA QUEM EMBARCA - O CALVINISMO DEFRAUDADO, CONSCIÊNCIAS VILIPENDIADAS. O CALVINISMO DEFRAUDADO, CONSCIÊNCIAS VILIPENDIADAS. O SERIADO QUE TRATA DA COAÇÃO POLÍTICA E IDEOLÓGICA NAS IGREJAS EVANGÉLICAS.

E na seguência:

III. O chamamento exclusivo e a promessa da inclusão, o que nos sugere o texto de Mateus 11:26-30,

III. Do jugo suave dos incluídos e a Ignominiosa coação. Conciliando esse texto com os de Mateus 13:47-50 e Lucas 14:15-24; 

IV. Coação como falta disciplinar, mais no contexto de Igreja Presbiteriana do Brasil. 

Num alcance mais amplo:

V. O Calvinismo defraudado! 

VI. A saga dos títulos perdidos do Atlético-MG e a conspiração cruzeirense

VII. Apocalipcismos, milenarismos e os “judeus” alguém para pagar o pato

VIII. O marxismo cultural.

IX. Bolsonaro, o santo libertador do Brasil do marxismo cultural.

X. O dom da profetada e o da palavra da pseudociência.

XI. A doutrina da predestinação, liberdade de consciência e a inviolável reserva do coração.

XII. A salvação, saúde e sanidade espiritual e mental.

XIII.O fascismo insano.

XIV. A ameaça de canhões do Forte Orange.

XV. Em respeito à liberdade de consciência individual. 

XVI.A bendita pauta de costumes, matéria a ser discutida, que gera incidentes de coação.

Para não submetê-los ao tédio, enjôo ou exaustão, o amado ou amada transeunte pode apenas ler o ultimo post ao qual foi atraido (a), pois qualquer post tem conteúdo próprio e pretende que cada um surta o efeito que possa surtir, clicando os link's indicados apenas quando a curiosidade ou o interesse o (a) atrair, o que  será para esse escriba uma satisfação, maior ainda se da consulta resultar em algum proveito.

1. A Questão.

O calvinismo posterior a Calvino predispõe os seus adeptos à adesão a ideologias autocráticas e autoritárias, avessas à democracia republicana e liberal?

1.1. JEZABEL HARRIS: A QUE PONTO CHEGAMOS! PARTE 1.

1.2. JEZABEL HARRIS: A QUE PONTO CHEGAMOS! PARTE 2.

1.3. PARTIDARIZAÇÃO POLÍTICA DA FÉ: PECADO CONTRA A IGREJA.

1.4. O AUTORITARISMO E AUTOCRACIA PURITANAS: HERANÇA MAL AFAMADA IMPOSTA AOS CALVINISTAS.

1.5. HORIZONTES DA DEFESA DA DEMOCRACIA NO MEIO RELIGIOSO.

1.6. RALLIE DO ESTADO: POLÍTICAS PÚBLICAS, ABORTO, GÊNERO E TANTAS COISAS TÃO OU MAIS IMPORTANTES.

1.7. DEMOCRACIA? POR QUE NÃO?

1.8. REPUBLICANISMO,SIM? DEMOCRACIA, NÃO?

2. O Contexto Específico da Questão.

2.1. Antigas e novas forças políticas após a derrota da extrema-direita na segunda guerra mundial.

Quanto ao contexto da questão, tem-se que apresentá-lo mais como esse é visto de fora, ou por pessoas no ponto de intersecção com os demais cristãos e a massa de não cristãos, e menos como ele é autopercebido por cada uma dessas partes.

O politólogo francês René Rémond[1] (1918-2007) afirma que em 1945, com o término da segunda guerra mundial e a derrota dos “fascismos”, sinônimo de ditadura autoritária, do Século XX, o mundo assistiu mais uma vez a vitória da democracia sobre a autocracia, com a queda de praticamente todos os vestígios da velha ordem política monarquista e absolutista (Antigo Regime)[2], que subsistia desde as revoluções, notadamente a francesa.

O politólogo francês René Rémond (1918-2007)
Rémond usa o termo “fascismos” extensivamente de modo a abranger outras experiências feitas na Itália, e em numerosos outros países, para  qualificar todos os regimes, todos os movimentos e todas as organizações que apresentavam algum parentesco com o regime de Mussolini. Segundo o autor francês:

“O fascismo torna-se um elemento essencial ao quadro da Europa nos anos trinta, um dos componentes do sistema de forças e, a partir de 1935, a opção entre fascismo e antifascismo passa a ser a principal linha divisória, a ponto de eclipsar — momentaneamente — certos conflitos igualmente profundos e mais antigos, como o que opunha, havia diversas gerações, a democracia de inspiração liberal à democracia socialista”.

A resistência democrática aos “fascismos”, ao autoritarismo, levada a efeito durante a segunda grande conflagração mundial, tendo se mostrado vitoriosa, ditou as  transformações do pós-guerra, 

“Seu nascimento e sua participação na guerra constituíam um traço original e importante do período compreendido entre os anos de 1940 e 1945. Mas o papel da Resistência não terminou com o fim das hostilidades. A Resistência apresenta, com efeito, dupla significação: sobre ser um sobressalto patriótico para libertar o território nacional e reconquistar a independência, é também um combate político. (...)” 

Fim da ameaça do nazifascismo. 

O fim da guerra emula nos movimentos de resistência as aspirações que a leva à formulação e comunicação destas  aos partidos políticos componentes do sistema das forças políticas impulsadas doravante à esquerda, devido ao fato de que as “direitas tradicionais” estavam desacreditadas e desorganizadas. “Em virtude das suas estruturas, estavam menos preparadas para a ação clandestina e menos aptas que os partidos organizados e disciplinados da esquerda a colher os frutos de sua eventual participação na resistência. A direita, além disso, sofre por se haver deixado identificar com um mundo antigo que a opinião pública, em sua quase totalidade, repudia. A hora é das forças democráticas mais avançadas”.

De qualquer sorte, emergiram três grandes forças políticas, surgidas a partir da segunda metade do Século XIX: “o socialismo democrático, da Segunda Internacional; o comunismo, aliado da União Soviética; e a democracia cristã. A conjunção das três forças detém, na maioria dos países, esmagadora maioria. Exerce o poder, desenha a fisionomia dos novos regimes, elabora as constituições”. 

Churchil, Roosevelt e Stalin.

Vejam-se cada uma dessas forças políticas individualmente:

O Socialismo Democrático[3] - um socialismo difuso[4], socialdemocracia, cujas fronteiras são mais largas que as das formações socialistas propriamente ditas, conjuga a esperança de conciliar a liberdade e a justiça; com a recusa de optar entre uma liberdade cujo corolário seria a desigualdade e a injustiça; e com  igualdade ainda que reduza o alcance e a ação das “liberdades tradicionais”.

O Comunismo [5] - em 1945 o Partido Comunista logrou êxito junto à opinião pública, identificando-se com a ideia nacional e o sentimento patriótico. Essa força política, de 1920 a 1935, havia sido identificada como antimilitarista, internacionalista, e vilipendiava o passado e o exército. Numa reviravolta, ao se nacionalizar conforma- na grande força política na maioria dos países da Europa. Na França, colhe cinco milhões de votos nas primeiras eleições gerais. O seu êxito maior foi, além de na França, na Itália, passando a ser em ambos países um partido de governo, associado ao exercício do poder.


A Democracia Cristã[6] - Conforme Rémond, “é um dado novo do sistema das forças políticas”, um “componente essencial da nova Europa política”. Antes fraca, devido a boa figura na resistência aos regimes autoritários, resistindo ao fascismo italiano, ao nazifascismo (nacional-socialismo alemão), foi capaz de aglutinar a “massa de eleitores atarantados”  devido à “degringolada da direita conservadora”, indisposta a dar seus votos ao socialismo ou ao comunismo. O êxito da democracia cristã[7] “consagra também a ascensão de uma nova geração de militantes formados nos movimentos de inspiração cristã, ação católica e sindicalismo cristão: é o caso na Bélgica, na França e na Itália”.

Hoje em dia, a direita, ou a extrema-direita, conservadora e autoritária, voltou com ímpeto revestida no moderno populismo nacionalista[8], ideologia que abriga características comuns com os defuntos “fascismos”, com algumas características então presentes no antigo populismo estadunidense do Século XIX (anterior ao fascismo do Século XX) e do populismo latino-americano da Era Vargas no Brasil, 1930 a 1945. O grupo político do Presidente Bolsonaro, no atual governo brasileiro, e o do derrotado Presidente Donald Trump, nos EUA, são vistos como exemplos do moderno populismo nacionalista, de tendência ultra conservadora.

Steve Bannon bilionário corrupto do grupo político do Presidente Bolsonaro (seu filho 02 - Eduardo, também conhecido como Bananinha seu representante), no atual governo brasileiro, e do derrotado Presidente Donald Trump, nos EUA,


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1. A Questão

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1.6. RALLIE DO ESTADO: POLÍTICAS PÚBLICAS, ABORTO, GÊNERO E TANTAS COISAS TÃO OU MAIS IMPORTANTES.

1.7. DEMOCRACIA? POR QUE NÃO?

1.8. REPUBLICANISMO,SIM? DEMOCRACIA, NÃO?

O contexto específico da questão.

2.1. Antigas e novas forças políticas após a derrota da extrema-direita na segunda guerra mundial.



[2] https://www.britannica.com/event/ancien-regime  Ancien régime , (francês: “velha ordem”) Sistema político e social da França antes da Revolução Francesa . Sob o regime, todos eram súditos do rei da França e também membros de uma propriedade e de uma província. Todos os direitos e status fluíram das instituições sociais, divididas em três ordens: clero, nobreza e outros (o Terceiro Estado ). Não havia cidadania nacional.

[3] Segundo Rémond: “O socialismo goza de grande prestígio; seus chefes também. Leon Blum volta de sua deportação: publica um livro que marcará época, intitulado A l'échelle humaine (Em escala humana). Na Grã-Bretanha, somente algumas semanas depois da capitulação da Alemanha, antes até que as hostilidades com o Japão tenham terminado, as eleições dão maioria totalmente imprevista ao Partido Trabalhista. Clement Attlee assume a direção do governo; instala-se nos Negócios Exteriores um antigo operário, Bevin, e a nova maioria empreende uma transformação profunda das estruturas econômicas e sociais da Grã-Bretanha. A experiência trabalhista será um modelo para os socialistas continentais.

Em toda a parte, o Partido Socialista, ou os partidos socialistas, quando divididos, estão associados ao poder. Fazia muito tempo que eles já participavam do governo em certos países, notadamente na Escandinávia. Mas só na Grã-Bretanha o socialismo detém maioria absoluta; fora dali, ainda é demasiado fraco para governar só. Cumpre-lhe, portanto, ingressar em coalizões e contar com seus parceiros, o Partido Comunista e a Democracia Cristã”.

[4] A socialdemocracia, ideologia que defende a modificação progressiva do capitalismo, surgiu no século XX e foi influenciada pelo socialismo. No entanto, ao contrário do socialismo, não é coletivista nem anticapitalista. Definido de forma geral como um projeto que visa corrigir, por meio do reformismo governamental, o que considera como os defeitos intrínsecos do capitalismo, reduzindo as desigualdades, a socialdemocracia também não estava contra o estado. Vários comentaristas observaram fortes semelhanças entre o liberalismo social e a socialdemocracia, com um cientista político que até mesmo chamou o liberalismo americano de "A social democracia, ideologia que defende a modificação progressiva do capitalismo, surgiu no século XX e foi influenciada pelo socialismo. No entanto, ao contrário do socialismo, não é coletivista nem anticapitalista. Definido de forma geral como um projeto que visa corrigir, por meio do reformismo governamental, o que considera como os defeitos intrínsecos do capitalismo, reduzindo as desigualdades,[48] a socialdemocracia também não estava contra o estado. Vários comentaristas observaram fortes semelhanças entre o liberalismo social e a socialdemocracia, com um cientista político que até mesmo chamou o liberalismo americano de "bootleg social democracy – socialdemocracia de contrabando" devido à ausência de uma tradição social-democrata significativa nos Estados Unidos que os liberais tentaram corrigir.[49] Outro movimento associado à democracia moderna, a democracia cristã, espera espalhar as ideias sociais católicas e ganhou um grande número de seguidores em alguns países europeus.[50] As primeiras raízes da democracia cristã se desenvolveram como uma reação contra a industrialização e a urbanização associado com o liberalismo laissez-faire do século XIX.[51] Apesar desses complexos relacionamentos, alguns estudiosos argumentaram que o liberalismo realmente "rejeita o pensamento ideológico" em conjunto, em grande parte porque tal pensamento poderia levar a expectativas irrealistas para a sociedade humana.[52]social democracy" devido à ausência de uma tradição social-democrata significativa nos Estados Unidos que os liberais tentaram corrigir. Outro movimento associado à democracia moderna, a democracia cristã, espera espalhar as ideias sociais católicas e ganhou muitos seguidores em alguns países europeus. As primeiras raízes da democracia cristã se desenvolveram como uma reação contra a industrialização e a urbanização associado com o liberalismo laissez-faire do século XIX. Apesar desses complexos relacionamentos, alguns estudiosos argumentaram que o liberalismo realmente "rejeita o pensamento ideológico" em conjunto, em grande parte porque tal pensamento poderia levar a expectativas irrealistas para a sociedade humana.

[5] A partir de 1941, o comunismo fez grandes progressos na clandestinidade. A parte que tomou na luta contra a ocupação lhe atraiu simpatias. Por sua resistência, a União Soviética conquistou um prestígio que recai sobre os diferentes partidos comunistas. No Leste, o acesso ao poder é facilitado pela presença do exército vermelho; a Oeste por sua participação nas organizações de resistência. O fato mais novo e, sem dúvida, a explicação mais decisiva de seu êxito em 1945, é a conjunção que parece haver-se realizado, aos olhos da opinião pública, entre a ideia nacional e o comunismo, entre o sentimento patriótico e o Partido Comunista. Esse partido, que, no período compreendido entre os anos de 1920 e 1935, era antimilitarista, internacionalista, e vilipendiava o passado e o exército, esboçou uma primeira reviravolta nos anos de 1935 e 1936, e uma segunda, mais acentuada, durante a guerra. Na medida em que se nacionaliza, torna-se o comunismo uma grande força política na maioria dos países da Europa. Na França, colhe cinco milhões de votos nas primeiras eleições gerais. A partir desse momento, passa a ser o primeiro partido francês, a não ser em junho de 1946, quando o MRP lhe arrebata o lugar e o título por alguns meses. Com mais de cento e cinquenta cadeiras na Assembleia Nacional, aproxima-se, no princípio de 1947, do milhão de partidários. Na Itália, atinge o dobro. Passou a ser um partido nacional e, ao mesmo tempo, um partido de governo, associado ao exercício do poder. Entre os anos de 1945 e 1947, usou a linguagem do possível: urge trabalhar, este não é o momento de reivindicar. O Partido Comunista pronuncia-se contra toda e qualquer agitação social.

Acontece mais ou menos o mesmo em toda a Europa, a não ser na Alemanha, onde se produziu completa inversão de tendência. Antes de 1933, o comunismo detinha na Alemanha as posições mais sólidas; o partido comunista europeu mais poderoso era o partido comunista alemão. Depois de 1945, são os partidos italiano e francês. Se, na Itália e na França, o comunismo se identifica com a causa nacional, na Alemanha, ao contrário, ele é prejudicado por confundir-se com o ocupante. O sentimento patriótico hostiliza-o. Mas em 1945 isso ainda não tem nenhuma consequência prática, uma vez que já não existe vida política na Alemanha.

[6] A democracia cristã apresenta-se sob rostos diferentes conforme os países. Na Itália, um partido confessional se intitula explicitamente "democracia cristã". Na Bélgica, o velho partido conservador e confessional, o partido católico, passa a denominar-se "Partido Social Cristão". Na França, é uma nova formação que não faz referência, nem nos estatutos, nem na denominação, a qualquer confessionalidade: o Movimento Republicano Popular. Na Alemanha, quando renascer a vida política, será a CDU, partido interconfessional, que associa protestantes e católicos e sucede, com inovações, ao velho Zentrum, simples partido católico da Alemanha bismarckiana e da República de Weimar

[7] Excetuando-se os trabalhistas na Grã-Bretanha, essas forças são geralmente insuficientes para constituir, sozinhas, uma maioria e um governo. Estão, portanto, condenadas a viver juntas e a governar de acordo umas com as outras. É o que se chama, na França, o tripartidismo, isto é, a aliança entre o comunismo, o socialismo e o MRP. A guerra ainda está muito próxima, de modo que prevalece, sobre suas dissensões, o que essas formações têm em comum.

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