AS INSTÂNCIAS DE APELAÇÃO À IGNORÂNCIA, E OS PASSOS CONDUCENTES À VIOLÊNCIA NO CONTEXTO DO DEBATE POLÍTICO DE HOJE.


Deus é paciência. O contrário é o Diabo”. – Fala do personagem Riobaldo, em Grande Sertão: Veredas, Guimarães Rosa.[1]
Fenômenos atuais: debates sem divergências; oposição sem críticas, pregação apenas para os “convertidos”... “Faz-se necessário. Tem ‘muito’ em jogo! Há muita coisa ‘por trás’...”. Aponta-se para uma guerra global, política, cultural, espiritual. Importante é ter lado. Se não está desse lado, do bem, está com o mal! Do mesmo gênero destes fenômenos, igualmente relativo a esses turbulentos dias, tanto do mundo real quanto do virtual, é o persistente apelo às diversas instâncias da ignorância, com os respectivos passos conducentes à violência como meio de encerramento das divergências.
Desde quando, por que, por quem, como, e com que finalidade isso se dá? Quanto isso tem custado a todos? De que forma se pode sair desse labirinto e mudar esse estado de coisas de modo a ter debates entre posições divergentes, na busca de consensos e dissensos construtivos?
Embora o senso crítico tenha sido sempre, por milênios, a marca indispensável dos grandes pensadores, vimo-lo grandemente estimulado e acentuado pela conceituação nítida da ideologia conforme estabelecida no século XIX.
Vive-se hoje uma tentativa de transpor o apelo por criticidade, pela volta da autoridade suprema superada pelo pluralismo de ideias, uma conquista do liberalismo. Talvez por ter-se perdido a confiança quanto as possibilidades e os limites do senso crítico individual em relação aos lançadores de divergências, verifica-se hoje, mais do que nunca, certa ausência daquela modesta autocrítica conspícua que de certo modo barrava a segurança auto evidenciada, arrogância, prepotência, autoritarismo com base na ignorância. Ignorância cauterizada nas redes antissociais.    
Revoluções" atestam redes sociais como boas para destruir, mas não ...
Surgiram nos grupos virtuais os monopolistas da crítica ética e moral, que se imaginam os únicos capazes de pontificar[1] sobre todas as coisas,  todo o tempo, contra quem quer que seja,  com ou sem o conhecimento de causa. Apareceram os mestres "pontífices” (pontifex), os que se julgam com possibilidade de construir pontes que liguem as inteligências comuns a certas sublimidades complexas só claramente conhecidas pelo pontífice. São destruidores de pontes que interligam escolas de pensamento e construtores de vínculos que unem o nada a coisa nenhuma. “Às vezes, causa enjoo ver tantos pontificando acerca de variados assuntos; isso porque a humildade não é algo que escolhemos, mas que a fragilidade de nossa condição no mundo nos impõe – ainda que nem todos alcancem perceber que é assim.”
A essa extralimitação arrogante corresponde a ideia ingênua de que ter o privativo senso crítico tribal, regenerado, canônico, ortodoxo, consiste em atirar-se necessariamente contra toda situação configurada em pronunciamento oral ou escrito com o qual se tome contato; tudo isso na incapacidade de avaliar e reconhecer os próprios limites e, em consequência, tratar criticamente aquilo que não se entende. Reconhecer a própria ignorância, fazer perguntas, harmonizar conceitos, nivelar informações... para questionar a própria posição!  
Houve um tempo que se precisou mesmo “acabar com as passividades subservientes que por tanto tempo se traduziram como submissão ao princípio de ‘autoridade intelectual’, como se a alguns, tidos por sábios, tocasse o direito de ditar ideias e opiniões, ao passo que, ao homem comum, só caberia a humilde e passiva atitude de acatamento”. Com o advento da internet, desbancou-se a autoridade com base no conhecimento e, em seu lugar, entronizou-se a ignorância, como “negação do que há de mais rico na convivência humana: o confronto de inteligências, o embate entre formas diferentes de "ler" a realidade envolvente”. Agora o confronto é entre os titãs das ignorâncias!
Contra o senso crítico do outro emerge o “meu furor crítico”, ante o estado de degeneração moral do “sistema” a ser combatido, originado dos “condicionamentos doutrinários estritos que, de modo fanatizado”, conducentes a “estruturas (formas) de uma doutrina como o único aceitável ou correto”. A partir desse padrão, passa-se a julgar falso tudo o que em tal estrutura não se enquadre.
Como bem disse há algum tempo o professor João Francisco Regis de Morais, “isso normalmente deriva de um certo dogmatismo simplificador. Por comodismo ou excessiva (mas inconfessa) limitação”. Além do comodismo há razões de interesse próprio. Também inconfessável, para “escolhem-se uns poucos dogmas como referenciais e avalia-se tudo em virtude deles. Eis porque antes denominamos atitudes assim como a ingenuidade do furor crítico, pois, na melhor das hipóteses, isso é ingênuo, e, na pior, é incompetente mesmo”.
A criticidade, algo diferente do furor crítico,  virou “fonte de tensões e mesmo conflitos” quando poderia configurar argumentações maduras feitas na maior serenidade, sem temor de represálias pesadas.
O senso crítico deveria ajudar na preservação da individualidade, no estrito exercício da liberdade de consciência, o que deve levar ao respeito das outras individualidades. “O exercício crítico deve ser um dos elementos garantidores da fecunda convivência dos diferentes. De modo que, quando a criticidade significa avaliar situações, pronunciamentos e textos mediante critérios convictos e bem explicitados, bem como quando o exercício crítico não perde sua dimensão de relatividade e nem suas exigências de razão – nesses casos, temos a criticidade como uma graça, num bem maior de fôlego e densidade para o pensamento”.
A negação da individualidade com a imposição de certo credo político único coletivo implica na subestimação da inteligência do outro e a pressuposição de que há um discurso que pauta a ignorância. Um discurso que busca salvar os ignorantes de sua ignorância feito por alguém que ignora a sua própria  inteligência.


Colocando em prática a desgraça!

Apertar a tecla “ignorar” pode deflagar o trâmite do processo calcado em grande grau na visão doentia negacionista, paranoica e conspiratória da iminência e potencialidade da “ameaça social”, no bojo da guerra de opiniões. De um lado, o “comunismo”, como sinônimo da anarquia e subversão de valores tradicionais, e de outro o totalitarismo de cunho moralista, o “fascismo”, defensor da lei e da ordem. Os dois extremos reivindicam o monopólio da “voz do povo”, da “vox dei”.
Prenuncia o desfecho da sentença condenatória transitado em julgado no foro da ignorância. Talvez definitiva, sem possibilidade de ação rescisória, desde as preliminares do processo até ao “isolamento social”, ostracismo. Alternativamente, tem o veredito de “morte social”, perante o grupo de WhatsApp, social, ou até perante a sociedade redimida.

Por isso, a espoleta do processo é ignorar

Se alguém ignora quem discorda consigo, ante a impossibilidade dum debate, a “ignorância” neutraliza o “inimigo” em sua própria “ignorância”[2]!
Quando o elemento tem caracteres de pertinácia, “espírito forte”[3] e, se presume não-ignorante, deve ser confrontado e controlado pelo grupo, dissuadido, para que se transforme num bom soldado da causa da salvação do “comunismo”, ou do “fascismo”!  A resistência provoca o líder do grupo, o pastor e cura das almas, o campeão dos ignorantes!
Ocorre que tal indivíduo teimoso não participa apenas da comunidade virtual, mas também de um conjunto de grupos sociais do mundo real. Perigoso à sociedade, caso não se regenera! Quando esse elemento, a princípio valioso, afirma-se na direção divergente e não pode ser neutralizado, antes que acabe “desestabilizando” a comunidade, deve ser neutralizado, de alguma forma[4]. Muita oração em nome da ignorância!
O próximo passo, ainda nas exordiais do processo, é partir para as efetivas medidas de controle. Aprofunda-se a crise de autoridade: no grupo logo no primeiro grau de jurisdição da suprema magistratura da ignorância. Quando o “ignore o ignorante” parece não funcionar passe para a intimidação. Disfarce o perplexo desespero comum da ignorância! A ignorância perplexa, em pânico! Apostos em proteção do grupo ante à ameaça do “ignorante lobo devorador”. Comece zoando, evoque questões de sexualidade! Isso seria fatal para o ignorante mau de sexualidade mal resolvida. Logo pensa que derrubará o oponente, e mais despertando o “horror” dos outros membros do grupo perante os circundantes e ameaçadores problemas morais decorrentes da sexualidade!

Nestes termos o indouto juizado recebe a imputação. O primeiro grau do recurso à ignorância é isso: a intimidação.

Não funcionou? Bloquear vozes dissonantes. Defender a autoridade no grupo, a qualificação do preposto e do seu mentor, e a desqualificação de tudo e de todos que lhes opõe.
Lembre-se disso, a pedra de toque do processo é a ignorância.
Fundamente a autoridade em sua convicção, “eu creio”, “eu acredito”, em “Deus, em Jesus, e na Sua Santa Palavra” e na incondicional aceitação emocional do grupo espiritual santo, regenerado. Suba no pedestal do conhecimento parco, periclitante, sofrível, como o zeloso defensor da fé. Estribe na falsa humildade.
Fuja da falta de evidências nas argumentações. Desqualifique o “orgulhoso”, o “pseudo”, o “cripto” e o “desonesto” conhecimento e as falsas evidências do oponente. “É fraude! Tudo é fraude! São todos corruptos! E alguém ousa a ter compreensão diferente?
Hora de entrar com toda a fé com o Livro dos Provérbios de Salomão, cap. 3, vs 5, “confie no Senhor de todo o seu coração, não se estribe (não dependa) do seu próprio entendimento”.
Caso o indigitado continua apontando para a falta de evidências, brade com ele “você é cego perante quaisquer evidências! Não há evidências. Cadê as suas evidências? O acusado precisa apresentar evidências! Balela. Você acusa os outros do que você faz!”[5] E volte para a brincadeira, zoando... ”
Isso no caso de a desqualificação sutil não lograr efeito, mesmo utilizando a ferramenta mais grosseira da negação de evidências. Partir tão logo para ataques diretos e frontais à moral do elemento. Aplica-se a isso junto com a ferramenta da zoeira. Ridicularizar. Zombar do oponente. Dizer que o elemento tem dissonância cognitiva. Ainda que não se saiba o que seja! Classifica-o de idiota. De desequilibrado mental! Deu certo? Neutralizou? Conseguiu a retratação? O grupo está estável de novo? Que bom! Restabeleceu-se a ordem, a hierarquia... A oração funcionou . Deus abençoou!
Caso não, passar para a etapa seguinte. Agora Deus acima de todos vai abençoar. Nunca desista da ignorância! 
Apelar agora para a desestabilização emocional. Agora que é sério! Sem mais brincadeiras. Tentar tornar “cativa a consciência” àquela verdade única, à tal da realidade política abscôndita iluminada aos iniciados. Agora vai! Diga ao indigitado “a sua atitude reprovável me dá pena”. A mais profunda compaixão. Apesar da revolta ante o seu ódio, amargura, ressentimento, depressão, obsessão, compulsão! Em caso de alguma dificuldade de encontrar apóstrofes no indigitado, para ainda mais rechear o discurso, complete com aquilo que você costuma sentir. Projete-se no indivíduo. Pense naquilo que você sentiria se estive no lugar do indigitado. Diga-o quanto isso lhe prejudica socialmente. Quanto dano causa à sua família, filhos, irmãos,  igreja do Senhor, à sociedade. Aponte para a ameaça iminente à saúde – ao futuro profissional dele e de seus familiares – ao seu patrimônio. Pegou a jugular? Não funcionou? Então xingar, xingar, xingar!

No ambiente virtual é só apagar o indivíduo... pufff!!! E no mundo real?

No mundo real, porém, o “elemento desestabilizador”, perturbador, continua vivendo. Um comunista, um socialista Fabiano, um isentão... Por essa causa, inicie a escalada para a eliminação do indivíduo no mundo real, social e físico: o segundo grau da ignorância.

A violência como segundo grau de recurso à ignorância. 

A violência verbal não é mais para intimidar, demover, neutralizar... O indigitado é um indivíduo irreparável. Primeiro, insulte-o! Vai responder desproporcionalmente, então, esbofeteei-o. Provoque-o à uma reação que justifica sua autodefesa, sagrado direito humano no apelo à ignorância! “ele me agrediu fisicamente primeiro”. “Defenda-se”: Dê-lhe um tiro bem dado na cara...  O último passo do julgamento em segunda instância da suprema corte da ignorância.  Sua “legitima defesa” pessoal, da sua igreja, da sua família, sua sociedade[6], sua pátria. Elimine-o!

***
O recurso à insultuosa e covarde ignorância, em sua primeira instância da intimidação, e na segunda, da violência, em  reductio ad absurdum, ora esboçado, pode parecer exagero. Descreve, porém, um roteiro de como sobreviver, ou morrer, num quadro de “alarmismo” promovido pelos nefastos do “mainstream esquerdista”, visto assim pela extrema-direita; e do “mainstream” político elitista”, pela extrema-esquerda.  
Há que se reconhecer toda a realidade nua e crua da escalada da ignorância rumo à violência. Contra o comunismo, o socialismo, o capitalismo, o liberalismo e até contra o conservador, ou o liberal, que não se alinha aos extremos, os “isentões”[1]. Por mais “planeta bizarro”, “mundo cão”, que possa parecer, agridem-se assim violentamente pelo mundo a fora aqueles dispostos ao debate público civilizado.[2]
Admitindo-o ou não, o recado é, prepare-se para esse cenário mais provável de desfecho quando a disputa política começa pautando a ignorância. Os assuntos são discutidos na “távola da ignorância”, segundo os elevados interesses da ignorância!  Como naquelas mesas de bar dos piores antros de nossas cidades[3].       
Isso, em menor grau, vejo ocorrer constantemente nas mídias sociais (internet), em especial no facebook e nos grupos de WhatsApp, de familiares, amigos e confrades religiosos. Ai, justamente, no lugar aonde as pessoas estão reunidas por laços íntimos, profundos de afetividade, espirituais. O espaço destinado mais ao experimentado ensinar aos mais jovens. Enquanto antigamente as divergências políticas, esquerda, direita, centro; liberal, conservador; comunista, fascista etc.; eram naturais, hoje são encaradas como questões pessoais éticas, morais e espirituais. Vida ou morte. Insulte antes de ser insultado! Responda com insulto ao insulto.
Pregue, inste, convence, controle, neutralize, insulte, silencie, apague, agride, elimine e mate o comunista, ou o burguês, mais próximo de você!

Isso vai ter que parar! A ignorância não é um bom ponto de partida e o de chegada nessa linha pode ser fatal!







[1] “O Diabo ganha pequenas paradas, rápidas e logo concluídas dentro do grande fluir de tudo que existe e que é Deus; mas nessas pequenas paradas pode se danar um homem. O Diabo implica na certeza dessas pequenas paradas que se ganha ou se tenta ganhar, dentro da incerteza geral que é o fluir, onde tudo se transforma, onde uma coisa sai de outra, e desta outra vai sair outra, e assim sucessivamente. Tentar parar esse fluir através de uma certeza é a tarefa do Diabo. Deus é paciência. O contrário é o Diabo”. – Fala do personagem Riobaldo, em ROSA, J. Guimarães. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006:17.
[2] “Gosto sempre de repetir que nada do que é humano é plano, mas necessariamente volumétrica. A superfície é o domínio do olhar imediato, e por isso falamos de realidades superficiais; as coisas do homem são, no mínimo, tridimensionais, o que nos impõe a limitação de nunca a enxergarmos totalmente, a ponto de dispensarmos ilações e outras conjecturas, nas quais poderemos estar certos ou não. É, portanto, a nossa própria inserção no mundo que nos impõe a humildade como condição de lucidez necessária. Daí porque sempre desconfio dos "pontífices” (pontifex), os que se julgam com possibilidade de construir pontes que liguem as inteligências comuns a certas sublimidades complexas só claramente conhecidas pelo pontífice. Às vezes, causa enjoo ver tantos pontificando acerca de variados assuntos; isso porque a humildade não é algo que escolhemos, mas que a fragilidade de nossa condição no mundo nos impõe – ainda que nem todos alcancem perceber que é assim.” - João Francisco Regis de Morais
[3] Tive uma experiência com a ignorância investigativa precedente do julgamento sumário da minha posição política quando um ignorante apelou para a minha ignorância acerca da "ameaça do comunismo assassino" e de outras presepadas oriundas das teorias conspiratórias da extrema-direita, neo-nazifascista!  Abordado que fui se eu sabia que o PSDB era do "socialismo fabiano"? Fosse eu um ignorante como o agente do extremismo cairia em sujas ternas graças? 
[4] Não apenas no sentido de “forte no Senhor”: “vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.” Mateus 26:41, mas, se possível, também, no de cultivar disciplina, virilidade, camaradagem. lealdade absoluta e espírito guerreiro. Especialistas identificam semelhanças ao fascismo dentro do movimento do fundamentalismo cristão. Chamado "cristofascismo". Como, aliás, identifica-se o “islamofascimo”. Entretanto, ao contrário do uso comum do termo pelo mainstream acadêmico e até popular, os “estados comunistas” têm sido por vezes referido como "fascistas", tipicamente como um insulto.
[5] Pode ser que o Bom Deus o chame para o Reino de Sua glória.
[7] Na década de 1950 popularizou-se o recorrente corinho entre multidão de “patriotas”: "Arrá, urru, o petróleo é nosso!” Manifestantes de direita em 2015 apropriaram-se: “Arrá, urru, a Paulista é nossa. Surpreende vozes, gestos, atitudes ecoantes dos extremistas de direita e de esquerda: “arrá, urru, o Estado é nosso”, “este país é nosso? Essa bandeira é nossa!”
[8] Isentões é um termo surgido nos meios liberais, de centro, mas depois apropriado pela extrema-direita brasileira com o mesmo tom pejorativo. Mais precisamente, a “isentão”, assim como aos termos “petralha” e “esquerdopata” credita-se ao jornalista liberal Reinaldo Azevedo, foi disseminado originalmente pelo liberal Rodrigo da Silva, do site Spotniks, em 2016, para designar o sujeito que se dizia publicamente isento, mas tinha evidente comprometimento com um lado. Era o “não sou petista, mas”, seguido de alguma defesa de Lula/Dilma/a quadrilha do PT. Isentão não seria a pessoa isenta, de centro, mas um “cripto-petista”. “Três anos depois, o “isentão” já foi completamente subvertido pelos extremistas, passando a ter um significado diferente: é o jeito pejorativo de se referir a uma pessoa que mostra algum nível de ponderação antes de opinar sobre um fato, especialmente quando o fato inclui um ídolo do anti-isentão. Se você não defende apaixonadamente um lado, independente do que ele faça, seja bem-vindo ao time dos isentões”. Priscila Chammas, em 10.06.2019. O centro político é “isentão” tanto para os extremistas de esquerda e de direita. https://www.boletimdaliberdade.com.br/colunas/priscila-chammas/2019/06/10/em-defesa-dos-isentoes/.
[8] 16/09/2013 - Discussão envolvendo teorias de Kant termina em agressão na Rússia. http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2013/09/discussao-envolvendo-teorias-de-kant-termina-em-agressao-na-russia.html
[9] Nível: https://www.youtube.com/watch?v=rNz96ztPNs0

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