TEORIA CRÍTICA REFORMADA, CALVINISTA: O USO DE CRITÉRIOS COMO FERRAMENTA PARA O DEBATE POLÍTICO.

Faz-se necessário aos debatedores dispor de boas técnicas e ferramentas argumentativas e persuasivas. Há muitos hoje que participam com “canivete em briga de foice, no escuro”. Entra, basicamente num grupo de rede social, com conhecimento limitado dos partícipes, e não raras vezes com conhecimento parcial e raso do assunto, de forma emocionalmente afetada, fazendo do discurso político uma extensão da “apologética da fé”, ou simples proselitismo. Passa a defender, machucar, injuriar. Na luta renhida e aguerrida enfrentam invisíveis briguentos, recalcitrantes infiéis e apostatas, não sabendo ao menos quem é quem, não dominando bem sequer o assunto, desconsiderando o público espectador, além de outras deficiências, o intrépido mal armado sai lesionado mais seriamente do que os demais.


Dentre as ferramentas que antigamente se pontuavam constava o senso crítico. Não muito havia, àquele tempo, entre os “estudiosos”, a aversão ou temor em relação à criticidade.
O inegável prestígio, ora em declínio, em certos meios “culturais”, nos dias de hoje, de Paulo Freire, Gustavo Gutierrez, Leonardo Boff, Frei Betto e outros, exprimia o saudoso clamor por criticidade face às injustas situações político-sociais. É claro que é ainda discutível o método de condução das criticas dos autores em questão, mais daí a espancar o próprio senso crítico? Isso, a meu ver, sinaliza claramente certa confusão causada pela ampla utilização cruzada dos termos crítica, crítico, criticidade, criticismo e derivados, em vários campos de estudo.


Você, tenha mais critérios, senhor crítico!
Por favor antes de arrepiar diante da simples menção da palavra, sugiro que moderemos na base da discussão por meio da ignorância, minha ou sua! Aposto que eu sei o que é teoria crítica.   
Quando se pensa na palavra crítica, logo surge algo negativo em mente. Por isso, inicialmente, vale dizer, referindo-se a uma tipologia bem simples, em sentido prático, cabem apenas dois tipos de críticas. Destrutivas, quando realmente são sempre negativas, e soam mais como uma reclamação. E as construtivas, que surgem como um apoio ao trabalho de qualquer pessoa, ou seja, têm sentido positivo, o que teoria da comunicação chama feedback[1].
Quando se trata da crítica construtiva, não podemos pensar de forma negativa. É uma maneira de ajudar as pessoas a melhorarem em algum ponto ou em alguma atividade que não está sendo realizada da melhor maneira possível. A crítica construtiva é feita para ajudar em determinada situação e corrigir os erros, e não pode prejudicar as relações pessoais e profissionais. Quando se trata de crítica mais especializada, o senso crítico, como se verá adiante vai muito além disso. Apesar de isso ser básico e indispensável. 
Apesar do que se segue estar correlacionado, conexo, com tudo o que posto nesse blog, nada do que passo a expor nesse ponto, apesar de nada a contestar, significa, em estritos termos, os “kriteria”, ou a criticidade, ora aconselháveis para que sejam colocados e aplicados frente aos atuais posicionamentos, manifestações, narrativas de cunho político que contraponho. Mas, tudo se deriva dessa questão. 


8 dicas para lidar com pessoas críticas demais - Dicas de Mulher
Tu és burra, hein, sua comunista socialista!

Criticidade e furor critico. 


O criterium vai além, é a pura respiração do pensar honesto! O furor crítico é o bufo! Você precisa respirar, não precisa bufar, mas ninguém pode priva-lo de faze-los!! Caso os queira: respirar e/ou bufar! Agora, de tudo o que precisamos basta o respirar!    
Veja bem, se, de acordo, nesse particular, com o Professor J.F. Regis de Morais, o senso crítico consiste na graça da criticidade[2], o furor crítico, ou criticismo é uma desgraça[3]. Motivo por que esta peçonha, o vírus, no discurso político, é produto de “condicionamentos doutrinários estritos, de modo fanatizado, quando determinada forma de ver é vista como única aceitável ou correta, em todas as esferas da vida, assumida por comodismo ou excessiva limitação, ainda que inconfessa. Trata-se dum dogmatismo simplista e ingênuo. Consiste, porém, a graça da criticidade na sensata aplicação de critérios”.
Vale lembrar que o distinto acadêmico quando fazia essa colocação alvejava os extremista de esquerda, perfeitamente cabível aos de extrema-direita de hoje em dia!
Para o citado mestre, não se trata, pois, dum mal-humorado espírito de contradição, ainda que cediço ao afanoso mundo contaminado de heresias. Razão pela qual, no grego, como se sabe, o verbo “krino”, que está na raiz dos termos crítico e critica, significa exatamente discernir, distinguir, interpretar e julgar. O vocábulo, ora evocado, “kriterion”, indica que a criticidade nada mais é do que essa faculdade de discernir e julgar mediante o uso de critérios.
Há o que se abordar, sem que se perca a salvação, sobre os aspectos e conteúdo da criticidade; do senso crítico, inconfundíveis com as diferentes visões da crítica, como furor crítico (criticismo), crítica literária, critica bíblica, critica nas filosofias modernas e contemporâneas, critica liberal do sistema político, critica  da teoria crítica versus a teoria tradicional. Cada tópico de conhecimento, ou mesmo uma partícula dele, pode se desdobrar em verdadeiras teses doutorais, o que esborda da minha capacidade e, por ora, do meu interesse, mesmo assim busco ser o mais amplo e sucinto que consigo ser, e ao máximo evitar os símplices “cuts, copies and pastes” valendo-me mais do conhecimento buscado, principalmente em livros dentro da estrutura do pensamento em português.  


Met Salvador Bloemgarten in de roerige voorgeschiedenis van ...
Boteco?

 Kriterion: A criticidade ante pronunciamentos e textos

Regis de Morais, cita Pascal Ide, em L'art de penser:
"o homem dá seguidamente a impressão de que sua inteligência é um carro que, esquecido de que tem cinco marchas, desloca-se sempre em primeira" (...) Efetivamente, nós todos nascemos com uma inteligência, mas apenas alguns nascem sabendo o ­modo de empregá-la”.
Recorrendo à David W. Carraher, Senso crítico:
"a lógica nos permite organizar nossas ideias e ver com maior clareza se podemos chegar às conclusões às quais acreditamos poder chegar, com base em nossas ideias. A lógica ajuda-nos a colocar as ideias em ordem de forma tal que os outros teriam de aceitar nossas conclusões se aceitassem nossas premissas e se o raciocínio fosse rigoroso. Apesar dessas vantagens, a lógica tem seus limites" “.
Segundo Carraher, o pensador realmente preparado para a crítica reconhece, primeiro, a  existência de ideias desprovidas de rigor lógico, mas com grande valor de persuasão; bem como admite a possibilidade de encontrar argumentos lógicos com conclusões perfeitamente falsas. É aconselhável o desenvolvimento de perspicácia para que leiamos nas entrelinhas, corajosamente "tomando o não dito por dito".

EXPLÍCITO X IMPLÍCITO - YouTube
O pensador sensato não pode restringir sua atenção apenas àquilo que é dito; ele penetrará além da superfície das ideias, à procura de pressupos­tos implícitos, refletirá sobre a plausibilidade das posições em vista dessas informações adicionais descobertas e trará à luz as ideias, de tal modo que os problemas diante dele serão iluminados.


Mourão se tornou 'voz dissonante' e isso é 'perigoso' para o ...
"Ninguém à minha mão esquerda! Aqui à minha mão direita, a vanguarda da nossa luta pelo retrocesso! O nosso único critério é fora os 'comunistas'. E o povo de Deus diz amém! Amém?" 
Três níveis do implícito: a) pressupostos semânticos; b) ideias subentendidas; e c) premissas subjacentes.
  • Pressupostos semânticos originam-se na dinâmica dos significados das palavras, já que tais significados se apresentam diferentemente, seja na linha de evolução do tempo, seja da diversidade entre culturas e subculturas.
  • Ideias subentendidas decorrem de conhecimentos sobre os usos da linguagem em contextos específicos; por essa razão as sentenças de linguagem têm de ser iluminadas pelo contexto sociocultural, sendo à luz deste último que podemos captar os subentendidos de falas ou textos.
  • Premissas subjacentes resultam da necessidade de, com sutileza, buscarmos certas ideias que não aparecem na fala ou no texto, mas que habitam estes últimos, digamos que de uma forma intertextual.
Alguns critérios destacados pelo Professor Morais, frente essas ponderações de David W. Carraher, cuja adoção é indispensável para o enfrentamento do debate político:
  1. Critério de afetividade –  evocaria para dentro desse critério o amor, ou caridade. A criticidade ainda que se precavendo com os cuidados que o emocionalismo exige, deve mostrar-se aberta ao que há de mais nuclear nas “impressões anímicas”, aos afetos, que às vezes estabelecem forte ponte entre  um e outros “eus”; isso em linha intuitiva que tem mais a ver com vibrações afetivas do que com exames mais de frieza racional. Um debate se prolonga ou não na medida em que a simpatia entre as pessoas mais do que coincidência de opiniões. Nesse sentido, a culminância desse critério é buscar com o devido uso caridoso da perspicácia ao ler nas entrelinhas a versão que mais faça jus aos pensamentos do desafiante.
  2. Critério de  coerência interna – Noutra ponta do presente rol de critérios, deve posicionar-se o  critério mais delicadamente lógico. Ele exige que avaliemos, segundo a natureza do argumento apresentado, a adequação de sua construção lógica, a consistência coerente do processo apresentação ou defesa de pontos de vista. É critério da coerência interna pois deve focalizar a construção argumentativa, principalmente para saber se existem ou não contradições inaceitáveis nas premissas e nas conclusões do raciocínio; em suma, para apontar a condição impoluta ou poluída dos procedimentos de razão. Indispensável é esse critério, como não se tem dificuldade de ver.
  3. Critério de compatibilidade contextual, ou coerência externa, pois o argumento dotado de coerência interna não deve, ainda, ser ipso facto elevado à perfeição divinizante. É preciso avaliar se, com todo o seu bom tratamento lógico, ele guarda real compatibilidade com o contexto vital; afinal, argumento perfeito é aquele que, conduzido com eficiência lógica, leva ao próprio cerne da existência – articula-se com o todo de modo inteiramente convincente, como expressão de vida que se integra à própria vida. De modo que o verdadeiro sentido crítico não pode estar desatento a esse critério integrador. Um “argumento pode ser belíssima e fascinantemente elaborado, sem guardar, todavia, muita coisa a ver com a teia existencial”.
  4. Critério da capacidade de esclarecimento – O professor Morais lembra o dizer do Dr. Dalmo de Abreu Dallari, figura histórica da academia (jurídica) e da política, “entre as pessoas que falam em público e escrevem para publicar, há as que falam e escrevem para. mostrar as suas ideias, bem como há as que falam e escrevem para escondê-las”. Por esse critério se apura a capacidade de esclarecimento de um pronunciamento ou texto, ou de sua mais ou menos habilidosa intenção de não nos dizer muita coisa esclarecedora. Descartes afirmava que "quem pensa com clareza, diz com simplicidade"; claro que aqui simplicidade significa objetividade esclarecedora – o desejo mesmo de que o outro trilhe consigo o mesmo caminho cognitivo e tenha condições face às paisagens de ideias descritas, discutir com desenvoltura o que é apresentado.
Atente-se, pois, ante pronunciamentos ou textos, quanto, ou se, o autor nos obsequia com luzes ou nos procura envolver em névoas do pensamento. Esse será um exercício crítico que, voltando-se para própria qualidade textual, acabará por revelar características da intencionalidade do autor.
5. Critério da avaliação de emascaramento e de distorção – Aqui se entramos num campo de necessário agravamento da situação descrita no item imediatamente anterior. Trata-se de intenção perversa de levantar cortinas de fumaça ou mesmo tentar distorções percepcionais nos que ouvem e leem. E, obviamente, na medida em que se elevar, entre estudantes, intelectuais e toda sorte de pessoas abertas participação social, o nível da criticidade, menos espaço de manobre sobrará para comunicadores de fala e imagem, bem como para escritores que só tenham como objetivo a doutrinação de má-fé. Pode ser que exercício crítico não atinja o poder de aumentar os índices de honestidade, mas certamente logrará diminuir a quantidade de vítimas de desonestos que – no âmbito da prestidigitação com a palavra frequentam os meios de comunicação.

“No entanto, primeiro teremos as reações de nossos leitores a certas falas ou textos; viveremos os mal-estares que determinadas comunicações evocam em nós, provocando revolta ou mesmo ira em nosso espírito. Mas, em seguida, cumpre que façamos um autoexame cuidadoso para ver se reações não nascem de sentimentos preconceituosos que abriguemos; se não emergem de emoções demasiado apaixonadas apenas. Temos de avaliar se tais comunicações mobilizam nossa razão, movimentando argumentos nascidos de critérios; cumpre-nos também avaliar com franqueza – quem sabe dialogando com outros – se de fato entendemos o que lemos, ouvimos ou vivenciamos...”.
 De qualquer forma, tomados esses cuidados, não devemos fugir afrontar criticamente falas e escritos que nos pareçam dotados de má-intenção.
"Não conte comigo para estabelecer configurações politicas utópicas."
7. Critério de diagnose utópica – Sempre será importante interro­garmo-nos quanto à abrangência e à profundidade que percebemos num pronunciamento ou num escrito. Até para criticar ou propor "remédios" ou soluções, um autor tem de mostrar conhecer realmente o topos de sua preocupação. Precisa ele convencer que domina a topografia da problemática ou a situação que ante nós se afigura – seja no sentido de tudo o que até ali se tentou com pouco ou nenhum êxito, seja no sentido das tentativas que eventualmente tenham resultado positivamente.
8. Critério de projeção utópica – Aqui, necessito voltar a ponderações que outras vezes já fiz acerca dos vocábulos utopia e utópica. É sabido que essas palavras são formadas, ou ao menos derivam, da expressão grega ou topos; ora, também se sabe que essa expressão, na língua grega, não tem voz de futuro. Utópico é, assim, aquilo que ainda não teve lugar, e não aquilo que não teve, não tem e nem nunca terá lugar. Eis porque o pensamento utópico afirma estar o futuro cheio de possíveis concretos – não apenas fantasias irrealizáveis. Diz o utopismo que o real não se reduz ao imediatamente dado e que o importante não é aquilatar-se o grau de realismo de um pensamento, mas, sim, o seu grau de negação dessa acanhada realidade que já conhecemos.
Essa é a razão pela qual, ante um pronunciamento ou um escrito, será sempre relevante examinar que aberturas de futuro, que projeções utópicas tal comunicação possibilita. Raríssimamente se fazem diagnósticos para desistir; isso só se dá quando a situação diagnosticada impõe a mais absoluta impotência. Fazem-se diagnósticos para melhor tratar, para cuidar acertadamente e obter a cura.
9. Critério de comprometimento – Muitas vezes, um pronuncia­mento ou um texto mostra-nos seu autor acorrentado às posições às vezes dogmáticas de uma causa ou doutrina que ele abraçou. Na verdade, não é difícil para o leitor ou leitora de algum recurso intelectual distinguir o que vem do cerne vivo de convicções do que vem de encarceramentos doutrinários. Homens e mulheres brilhantes às vezes chocam-nos com uma total falta de vontade de serem eles mesmos; são a voz do partido, do sindicato, do movimento religioso ou de outros catecismos mais mundanos aos quais se tenham entregue.
Se o leitor consegue ler bonecos de ventriloquia, que pelo menos os tenha claramente como tais. Que sempre distinga o compromisso sincero e que vem da fidelidade afinada dos compromissos doutrinários oriundos mais de certo sentimento de bando ou grupo. De toda maneira, a criticidade exige que se saiba observar o tipo de comprometimento a que a fala ou texto se liga.
Não me passa pela cabeça que tenha estudado, até aqui, todos os critérios que devem embasar o exercício crítico. Digo mesmo, com toda simplicidade, que não tive nunca o objetivo de tal completude. Todavia, considero importantes as ponderações que acabo de fazer. É kritiké tékné: expressão grega que significa a arte de julgar ou de fazer críticas. Quando consultando o dicionário grego, encontrei a palavra arte, fiquei tranquilo quanto às limitações deste meu escrito; afinal, a arte nunca se deixa limitar por normas. Assim, criticidade é uma trama de sensibilidade, intuitividade e racionalidade perspicazes.
De acordo com esses critérios, você, Otário de Barbalho, é um bobalhão!
A humildade do exercício crítico
Nos dizeres do Professor:
“Em sua obra Pequeno tratado das grandes virtudes, André Comte­-Sponville apresenta um notável ensaio sobre a humildade, no qual o filósofo extrai dessa virtude quaisquer pieguices. Escreve:
A humildade não é a depreciação de si, ou é uma depreciação sem falsa apreciação. Não é ignorância do que somos, mas, ao contrário, conhecimento, ou reconhecimento, de tudo o que não somos (...) A humildade é virtude lúcida, sempre insatisfeita consigo mesma, mas que o seria ainda mais se não o fosse. É a virtude do homem que sabe não ser Deus.
Toda crítica deve ter como finalidade lançar luzes ou interrogações dada uma situação, a partir de determinados pronunciamentos e textos publicados (...).
O que polui terrivelmente nossa vida, em especial nossa vida intelectual, é essa quantidade de críticas de má-fé veiculadas em jornais e livros, são muito mais o alarido de "torcidas organizadas" do que a graça da criticidade. São muito menos reflexões cuidadosas do que histerias de arquibancada. (...)
De todo modo, a disposição ao exercício da criticidade continua tendo aspectos maravilhosos. Não há dúvida de que o exercício do senso crítico tem funções individuais e político-sociais. Já se disse que o espaço propriamente humano é o espaço da conversação, sem que se reduza o conceito de conversação aos encontros face a face. Há os diálogos pessoa a pessoa e há a vasta prosa do mundo – tudo isso caracterizando a vida humana como processo de comunicação, bem como pondo como ideia-chave de vida social a noção de relações.
 
Façamos, assim, da criticidade, uma forma de crescimento individual, político e social. Esforcemo-nos para que o exercício crítico não seja degenerado em puras agressividades e conflitos. Quanto a ouvirmos pronunciamentos ou a lermos artigos e livros, sejamos necessariamente críticos, mas o sejamos em sentido grego: o que é capaz de ajuizar e avaliar mediante critérios.

Filipenses 2:3 ARA:
"Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo".




[1] Tipos de feedback. Essencialmente, quatro. Dois os adequados e dois inadequados. Feedback Positivo: serve para reforçar e incentivar um determinado comportamento desejável e valorizado pelos membros de um grupo ou indivíduos separadamente. Feedback de Desenvolvimento: explicita, respeitosamente, uma atitude ou conjunto de atitudes que devem ser avaliadas para possíveis modificações de conduta. Ou seja, aponta porque um comportamento pode não ser desejável e as razões pelas quais o receptor da informação deve reavaliar suas ações. Feedback Ofensivo: não gera empatia ou conexão e inibe a pessoa que o recebe. Ninguém gosta, mesmo,  de se sentir ofendido e desvalorizado. Feedback Insignificante: incapaz de melhorar o comportamento de alguém, pois não é possível identificar a que ele se refere exatamente. https://praxisconsultoria.org/o-que-e-treinamento-de-feedback-e-como-aplica-lo-na-sua-empresa/?gclid=CjwKCAjw95D0BRBFEiwAcO1KDOOhia7UXt-VEWFC298Yec0AboH--bQGdLRRCVcMc3I1GWgtp8nsDxoCDksQAvD_BwE
[2] J.F. Regis de Morais em “A criticidade como fundamento do humano” - Pedagogia Universitária - A aula em foco.
[3] Para quem como ele não gosta de bufo!!

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