APOCALIPCISMOS, MILENARISMOS E OS “JUDEUS”: ALGUÉM PARA PAGAR O PATO.: O CALVINISMO DEFRAUDADO, CONSCIÊNCIAS VILIPENDIADAS. PARTE VII.
Apocalipcismos, milenarismos e os “judeus”: alguém para pagar o pato.
Polarização sempre
existiu. Devo dizer que existe desde Abel e Caim até Tom e Jerry. Duas coisas
importantes a observar é que sempre tem um fato gerador e algo que fomenta,
movimenta e potencializa o motivo, um ou vários.
A gente pode observar
isso na política a partir de um exemplar dos inúmeros casos. O Governador Marcelo
Alencar. Foram quarenta de ligações intimas com o Governador Leonel Brizola. Quando
eram mais do que correligionários, amigos, o Marcelo era um ferrenho e incansável
pregador do brizolismo. As suas ideias eram as mesmas do político gaúcho. Belo
dia um fato gerador de desavença e o Marcelo Alencar amanhece do lado político diametralmente
oposto do Brizola[1]. Vale lembrar que essa polarização
odiosa, cultura, que remonta a séculos[2] no Brasil,
decorre da remanescente entre getulistas e lacerdistas desde a muito mais
tempo.
A política, seu
criador, é anterior ao futebol profissionalizado, que sempre foi parte dos negócios
do político. Fato em si auto evidente. Por isso uma anedota futebolística ajuda
a explicar os meandros sociológicos e psicológicos da polarização futebolista-político-ideológica.
Podem perceber aonde se pode chegar com a fábula construindo a realidade, ou a
realidade se transformando em fábula. O pior quando fatos viram fábula para não
expor a realidade de personagens da vida real. Pessoas que a gente se esbarra
sempre por aí.
Remete-nos ao
fabuloso quadro geral da política mundial. Nada foi mais exitoso para exprimir e
representar essa polarização humana milenar do que a entre fascistas e
comunistas.

Eugen Weber[3], proeminente historiador, cujo principal interesse era a história francesa, realizou uma série de estudos específicos sobre o fascismo francês e o radicalismo de direita que imbricaram justamente no mundo esportivo[4]. Como mestre na matéria, Weber chamou a atenção para o que ele considera ser reacionário e autoritário nos movimentos fascistas. Numa conferência realizada em Moscou, em 1970, cutucou a onça com vara curta: “Fascismo e comunismo não eram antitéticos, mas frères[5] ennemis (irmãos/inimigos)”.. Frère e ferrenho nos induzem a um trocadinho infame. As palavras não têm nada a ver em sua origem! Mas podemos brincar dizendo que fascismo e comunismo, frerrenhos!, ferrenhos frères ennemis” que se sustentam de forma pragmática, e temos que abordá-las do ponto de vista pragmático.
O mesmo Weber teve
uma abordagem pragmática da história. Certa vez ele escreveu: “
Nada é mais
concreto do que a história, nada é menos interessado em teorias ou em ideias
abstratas. Os grandes historiadores têm menos ideias sobre história do que os
amadores, pois eles só têm uma maneira de ordenar os seus fatos para dizer a
sua história. Não se trata de olhar para teorias, mas as informações,
documentos e ideias sobre como encontrar e lidar com elas.”
Devemos olhar então as eventuais
contribuições e os evidentes estorvos para a humanidade que têm sido essa
dupla, esse clássico, fascismo versus comunismo. Tenho
impressão que a gente deveria voltar a nos divertir com Flamengo e Fluminense,
impagável Fla-Flu; Palmeiras e Corinthians, imperdível derby; Internacional e Grêmio...
pois essa polarização política tem perdido toda a graça, se é que a teve um
dia. E quando mistura futebol, política e religião?
Entre os anos 1970
a 1990, popularizou-nos nos meios dispensacionalistas, e disseminou-se de formas
em toda a igreja, a ideia de que havia apenas duas ideologias: uma de Deus, o
capitalismo e a outra do Diabo, o socialismo. Era célebre aquele dilema Cristo
ou Marx, que levaria ao “fim de todas essas coisas”. Mas nem todo mundo percebe
a carga de antissemitismo que essa dicotomia carrega. Basicamente, tinha-se
duas ideologias, a cristã e a marxista; ocidental e oriental; EUA e os seus
satélites e Rússia e seus satélites. Essa era, e ainda é, a visão de mundo que
permeava todo o fundamentalismo protestante.
O enigma do
liberalismo era resolvido segundo essa visão de mundo dessa maneira: o
liberalismo social era uma coisa, socialdemocracia, uma passada na direção do
socialismo; o liberalismo econômico era algo divino pois visava afastar o Estado das atividades econômicas que
gerariam conflito social, impensável nessa cosmovisão, que era norte versus sul;
pobreza versus riqueza; modernidade versus tradicionalismo. Foi acachapante para
muitos perceberem que o conflito Leste-Oeste não fazia mais sentido da modernidade
em diante.
Os raios da
tempestade da modernidade em sua terceira onda deram, com ímpeto, contra essa visão
de mundo, e os seus aderentes, pegos de cheio, em vez de se abrigarem onde
havia o para-raios, saiam emitindo seus “raios poderosos” de Thor, o senhor dos
raios da mitologia.
Contemplando essa
situação, quase que inevitavelmente Weber foi levado para o estudo do apocalipsimo e milenarismo, que o fizeram escrever
um livro marcante, último de sua lavra, 1999, para servir de roteiro para o fim do
mundo no “bug do milênio”: Apocalypses traduzida no Brasil pela Editora Mercuryo
“Após o Apocalipse – Crenças de Fim (e Recomeço) de Mundo, 2000. Weber
demonstra que toda a virada de século, milênio ou ciclo, é acompanhada de um
certo padrão de respostas que impacta grupos sociais e pessoas de modo
particular.
A sua obra tão bem
documentada inspira o leitor a encaixar os acontecimentos da História na
história de sua vida, na base do “aonde estava eu quando”. Reportei-me ao meu
passado e me vi nos de 1972, com 11 anos
de idade, quando desci às águas no Córrego Rico, e sai delas uma “nova
criatura”. Hoje sabemos que esse foi o ano do “apocalipse
atleticano”. (Ao clicar nesse link o leitor saberá do que se trata).
No ano do apocalipse
do Galo, em que este teve o início de sua saga de “eterno retorno” que já dura 50
anos, o jubileu apocalíptico, de fim e recomeço. Nesse ano, tinha 11 anos, e
morávamos na divisão de São Paulo com Minas Gerais. Do lado de cá tinha Arena e
MDB, como em todo o Brasil. Mas, lá no interior, de cá, não se podia nem falar no
Manda Brasa, o MDB, e do lado de lá sim podia falar do Manda Brasa, mal!
Flamengo,
Internacional e Atlético os três times do povão mais prestigiados pelo Ditador
Médici, o mais popular de todos presidentes do Brasil, cujo time de coração era
o Grêmio. Tempo de. Milagre econômico, tricampeonato mundial, o Governo promete um
milênio de glória para a torcida atleticana, e tudo o que entrega é o novo
recomeço para novo apocalipse, todo ano. Vem daí a fixação fascista pelas
expressões populares, não decadentes, não se esquecendo que o Bolsonaro foi discípulo
do General Alberto Heleno, um alucinado fascista, delirante, terraplanista, que
é ainda fascinado com a figura de Médici a qual está lá no Planalto para
reproduzir essa figura mítica no Bolsonaro. Na verdade, o mito é Médici, o
Bolsonaro a réplica.
Já então essa “guerra quente” tira virado fria em 1947! Por isso que não se podia falar no Manda Brasa! Era a estreia de Hal Lindsey de “Agonia do Planeta Terra”, “Futuro Glorioso do Planeta Terra” e “1975 – Uma contagem regressiva”: o mundo não passava de 1977 sem o arrebatamento da igreja; sem o início da conversão dos judeus; os judeus vencem a Guerra dos Seis Dias (1969) e configura-se o Reino de David! A profecia que virou notícia corre o mundo e coincide com a pisada do homem na Lua, seria verdade? Cumpriram todas as profecias, restaram umas poucas dentre as quais a de o fim do sistema do “cruzeiro – Cr$” e o retorno do campeão eterno para os gloriosos mil anos de glória atleticana.
Surge Wim Malgo,
foco nas perseguições dos crentes na Cortina de Ferro! Judeus se convertem em
massa. Mas o principal mesmo não veio o “pacto das gentes” do Estado judeu, criado
em 1948, rendendo-se ao seu Messias Jesus Cristo, de novo, o Mundo, e agora o
Atlético, dependem da conversão dos judeus! O Kalil que é árabe sabe de quem é
a culpa! Só não quer dizer: isso é uma conspiração judaica do marxismo cultural,
não é outra!
1974, o ano não
começa bem. Havia no Brasil um rombo nas finanças públicas com a dívida
internacional esperando para estourar, o General Sylvio Frota soa o alarme! O
Colégio Eleitoral[9] deixa de eleger um “linha
dura” e acaba de escolher um “comunista” presidente! O luterano Ernesto Geisel.
O caldo entorna e só dois coisas salvam o Brasil e o mundo: o arrebatamento ou
o endurecimento do regime militar com o fechamento do congresso e volta dos atos
Institucionais.
Mas, depois ou
antes, do arrebatamento, Israel tinha que se converter, pois os seus inimigos
agora provocam a maior crise econômica de todos os tempos, a Crise do Petróleo
de 1974, que se repete em 1979, Guerra do Golfo; surge uma pandemia da
meningite[10], como mais um sinal! E o
sinal dos sinais, o Brasil perde a Copa de 1974 e o Cruzeiro, lembra? em nível
internacional, conquistou pela primeira vez a
Copa Libertadores da América (1976), agora, ou o Atlético é campeão brasileiro
em 1977, ou...
Até o Corinthians
foi campeão paulista depois de 20 anos, em 1977! E o galo? Nada. Virou o pato! E quem paga?
Veio outra crise
mundial em 1979, o governo militar entra em crise terminal, a Rússia faz
olimpíadas, e os bonitinhos dos judeus, nada de se converterem. Judeus não querem
pagar o pato!
Começam os anos de
1980, o fogo do apocalipsismo milenarista se reacende, é a fase
do tudo ou nada! E para o Galo que não é pato... Já que o tudo não veio, o que
vamos fazer? Nada. Década perdida. Recuperação para quem pôde dos estouros dos
anos 1970. 1980 só produziu música? Não, teve mais guerra fria, e só mais conflitos à revelia entre
os árabes e judeus. Mais, Atlético contra Cruzeiro... fim da década: queda do
muro de Berlim e fim da União Soviética. 1990, nada? Pandemia da Aids... e depois
chegamos aos nossos dias.
2000, 2010,
2020... quantos acontecimentos! E agora estamos de novo, pandemia milenarismo,
comunismo, ditadura iminente e agora marxismo cultural, Q-Anon, Trump,
Bolsonaro e... e a esperança imorredoura
do Galo, contra a conspiração do “cruzeiro – Cr$”! E os judeus com isso? Esses judeus!
Afinal de contas, é sério isso? O que os judeus têm a ver com o peixe? O peixe nada e paga o pato! Passou a era de aquários, veio a de peixes e o pessoal ainda continua querendo que os judeus paguem o pato. Algo está me dizendo que não vai rolar! 👇
Weber com todos os seus estudos e seguras fontes nos ajuda a tentar a começar a entender um pouco, contando a história a partir do romantismo[11], primeira metade do Século XIX. Leiamo-lo:
“[Entre os séculos
XVII e XIX] as nações sofriam como Cristo, os povos sofriam como Cristo e as
pessoas sofriam como Cristo — e triunfariam como ele. O espírito do Sermão da
Montanha inspirou o novo cristianismo dos românticos, assim como inspirou o
romantismo pós-cristão dos socialistas do século XIX. Mas, o espírito de Patmos
inspirou igualmente os nacionalistas da época. Por volta de 1848, quando
poloneses, italianos e sérvios reivindicaram para si mesmos o papel de Cristo
entre as nações estavam aludindo à Ressurreição e à Segunda Vinda. Mas essa
referência já vagava nos ares havia algum tempo, perceptivelmente nas
especulações e asserções feitas por poloneses refugiados da repressão russa após o
levante de 1831.
Em 1839, por
exemplo, uma visão da Virgem e uma revelação do Espírito Santo instruíram André
Towianski, refugiado lituano em Paris, a agir como um dos mensageiros do
Apocalipse, pregando o fim dos tempos e a hora da graça divina. (...)
Pode
parecer um tanto estranho num polonês ou lituano, mas é perfeitamente natural
para um leitor da Bíblia: Towianski havia contado com os judeus, juntamente
com os franceses e os eslavos, para promover o progresso escatológico que
aguardava para breve. Os judeus tinham um papel crucial a representar na
Segunda Vinda: reintegrados como nação ao seu antigo torrão natal,
reconheceriam Jesus como Messias e rei. E assim a tradição ligou o início da
era milenar à restauração de um reino judeu em Sião. Conhecida
como restauracionismo, a crença de que o reino de mil anos de
Cristo na terra não poderia iniciar-se antes de isso acontecer, já era bem
antiga — datava, possivelmente, do século I. De maneira que os
cristãos que
acusavam os judeus de negarem Cristo também acreditavam que estes seriam
convertidos, fosse logo antes da aparição do Anticristo, fosse logo após o
Segundo Advento. exegese tradicional tinha Elias (ou Enoque e Elias) servindo
como agentes dessa conversão, e a conversão ela própria como indicadora da
vinda de Cristo. Essa era uma das razões para a violenta
hostilidade demonstrada contra os judeus, cuja recusa obstinada a se
converterem retardava a Segunda Vinda; mas também explicava o interesse e a
solidariedade demonstrados a um povo cujas atividades futuras eram
indispensáveis à salvação final do mundo.
O antissemitismo
sempre houve, mas com a sucessão dessas frustrações românticas, e de outras,
até chegarmos no Galo mineiro, vemos que os
judeus pagam o pato que não é deles.
Por uma escolha, sem
ponderar contas e riscos, os cristãos apropriaram-se de uma, segundo Agostinho,
Calvino e outros[12] , “fábula judaica”, uma
esperança acalentada pelos antigos judeus
do tempo intertestamentário[13]
de um reino milenar político com o seu Messias como figura central. Os cristãos
fizeram o “vinde a mim, todos” para os judeus, os depuseram
de sua carga de delirantes expectativas e os cristãos assumiram o fardo deles, e
declinaram do convite, que Jesus faz a pessoas e famílias individuais da terra
e não mais para as nações.
Deus sempre honrou,
honra e honrará o povo judeu! Mas por causa de delirantes apocalipsistas
milenários e que ao julgarem que eles não colaboram com suas interpretações errôneas de antigas profecias ou as
autorrealizáveis recentemente “disparadas”, levam-nos ao antissemitismo, ou no mínimo
a associarmo-nos com nazistas antissemitas e
assimilarem suas posturas violentas e exterminatorias.
E o Atlético?
Vai ter que se
virar, também, tem que dar conta...
Outras postagens:
Parte I. A quem embarca
Parte II. O chamamento exclusivo e a promessa da inclusão
Parte III. Do jugo suave dos incluídos e a Ignominiosa coação.
Parte IV. Coação como falta disciplinar
Parte V. O Calvinismo defraudado!
Parte VI. A saga dos títulos perdidos do Atlético-MG e a conspiração cruzeirense
Parte VII. Apocalipcismos, milenarismos e os “judeus”: alguém para pagar o pato.
Parte VIII. O marxismo cultural.
Parte IX. Bolsonaro como um santo libertador do Brasil do marxismo cultural.
Parte X. O dom da profetada e o da palavra da pseudociência.
Parte XI. A doutrina da predestinação, liberdade de consciência e a inviolávelreserva do coração.
Parte XII. A salvação, saúde e sanidade espiritual e mental.
Parte XIII. O fascismo insano.
Parte XIV. A ameaça de canhões do Forte Orange.
Parte XV. Em respeito à liberdade deconsciência individual.
Parte XVI. A bendita pauta decostumes, matéria a ser discutida, que gera incidentes de coação
[1] https://matheusgraciano.com.br/dinamica-dos-fuidos-politicos-rio-de-janeiro-parte-3/
[2] https://www.recantodasletras.com.br/artigos-de-politica/6464030
[3]
https://en.wikipedia.org/wiki/Eugen_Weber -
[4]
Outra área de interesse de Weber foi formação da nação francesa durante o
século XIX. Ele estudou a importância política dos esportes no fin de siècle
na França, onde os contemporâneos argumentavam que os corpos saudáveis foram
feitos para as nações saudáveis e os corpos fracos foram feitos para as nações
decadentes. Assim, Weber apresentou um caso em que, na França, neste período, o
esporte foi uma questão de grande importância nacional. Enfim, muito
poder-se-ia acrescentar, em breve nota, desse historiador que morreu de câncer
pancreático em 17 de maio de 2007. O que poucos sabem é
que o último livre por ele escrito, 1999, foi uma fabulosa obra, muito bem
escrita e organizada, apesar de sucinta, mal traduzida no Brasil, nessa versão
que eu tenho: Apocalypses traduzida no Brasil pela Editora Mercuryo “Após o
Apocalipse – Crenças de Fim (e Recomeço) de Mundo, 2000.
[6] ocorreu outro na
madrugada de 2019, segundo ufologistas nada ocorreria e nada ocorreu, em compensação em 2020
o ano pegou fogo! https://ufo.com.br/noticias/alinhamento-planetario-marcara-primeira-madrugada-de-2019.html
[7]
Para uns. Para outros a China da China ainda é a Russia, mesmo depois da queda
do Muro de Berlim e o Fim da URSS. https://sites.google.com/site/oprofetamundial2/A-RUSSIA-E-A-VOLTA-DO---COMUNISMO---PROFECIAS-E-NOTCIAS.
Site O Profeta Mundial com quase 12 milhões de visitantes, entre os habituais e
ocasionais. Confirmando a tese de que enquanto a verdade aperta os cadarços a
mentira já deu uma volta ao mundo.
[8] https://www.puritandownloads.com/lt-gen-tom-mcinerney-has-world-war-3-started-the-china-virus-ccps-covid-19-a-biological-attack-on-america-chinas-cyber-attack-through-election-fraud-trumps-landslide-victory-electronically-erased-in-favor-of-china-friendly-biden/
[10] https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2020/06/14/como-a-ditadura-militar-tentou-esconder-epidemia-de-meningite-no-brasil.htm
[11] O
romantismo foi um movimento artístico, político e filosófico surgido nas
últimas décadas do século XVIII na Europa que durou por grande parte do século
XIX. Caracterizou-se como uma visão de mundo contrária ao racionalismo e ao
iluminismo e buscou um nacionalismo que viria a consolidar os Estados nacionais
na Europa. - https://pt.wikipedia.org/wiki/Romantismo
[13]
Entre o antigo e o novo testamento.























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